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Queijo Minas artesanal, Araxá, Canastra e outros mais.

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Quando falamos de queijo no Brasil, com certeza tocaremos no assunto queijo de Minas e em nas características diferenciadas de cada região produtora, sendo que as únicas coisas em comum são: todos são feitos de leite e são saborosos. E Minas Gerais queijo é assunto sério, tem regulamentos e condições específicas. Não basta ser feito de leite, tem que ter berço e pertencer a uma certa região.  No estado são reconhecidas as seguintes regiões produtoras de queijo: Serro, Canastra, Araxá, Triangulo Mineiro, São Roque de Minas, Serra do Salitre, Campo das vertentes, Cerrado e Mantiqueira. Muitas desta região já possuem a denominação de origem que garantem o padrão dos queijos produzidos. Além das regiões ainda temos outras denominações para definir o tipo do queijo, como: Maturação do queijo, também chamado de cura, que nada mais é que após a fabricação do queijo ele fica descansando em prateleiras de madeira, sendo virado de tempo em tempos para garantir o processo de maturação em ambo...

O fruto do pequizeiro, seus espinhos sabores e benefícios

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  O pequizeiro, árvore nativa do cerrado brasileiro, produz um fruto de sabor marcante e diferenciado, o pequi. O fruto é constituído por casca, polpa e semente. Sua casca é dura e de cor verde, no seu interior desenvolvem-se sementes revestidas de uma fina polpa macia e amarela. No interior de cada semente há milhares de espinhos muito finos e pontudos além de uma castanha de sabor único. Devido aos espinhos contidos nos grãos, o consumo do pequi requer cuidado: não se pode morder o grão e sim roer, retirando finas fatias da polpa com os dentes. Nunca morda um caroço pequi!! Como alimento é muito utilizado no norte de Minas Gerais, no Centro Oeste e na região Nordeste. É consumido cozido, puro ou misturado com arroz, carne-de-sol, com frango, farofas, paçocas e até mesmo como sobremesa, polvilhado com açúcar. O aproveitamento do grão não é só como alimento, pois extrai-se de sua polpa o azeite de pequi, óleo com aplicação na culinária e na fabricação de licores. O pequi é rico em ...

A verdadeira receita da carne de lata

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  A técnica de conservar a carne frita na banha remonta a tempos pré-históricos e era comumente usada para conservar as carnes durante o inverno. Esta técnica na França é chamada de confit e é utilizada em aves, suínos e legumes. No Brasil, a cultura da carne de lata resultou da necessidade dos tropeiros, que viajavam grandes distâncias, conservar as carnes para suas viagens. Esta cultura foi amplamente difundida nos estados de Minas Gerais e São Paulo.     O princípio da conservação da carne pela banha é o mesmo da carne seca. Quando a carne é temperada e frita por um longo período, ela expele água, que é a grande vilã para a sua deterioração. A banha protege a carne, mas se a fritura conseguir expelir toda a água da carne ela se misturará à banha podendo estragar a conserva. O local de armazenamento da lata não pode ser quente a ponto de derreter a banha e nem pode ter umidade – geladeira, nem pensar!!!      A carne de lata é uma comida rural, com sabor especial e casa com vári...